Medo de arriscar, medo de tentar, medo de sair... medo de mudar. Medo, preguiça, comodismo, falta de vontade, falta de interesse, falta de coragem. Um réquiem para um sonho.
Ah... Ah! É... é bom a gente dar um suspiro de vez em quando. Só é chato quando não é um suspiro de "aaaaaah, demais", mas um de "pois é, não deu". Não com o significado de antes, mas talvez um pouco mais sério. Porque daquela vez era algo nostálgico, platônico... um sonho grátis. Agora, bem... era uma coisa nostálgica e platônica, um sonho que seria grátis... mas envolvia uma coisa mais real, envolvia um sonho muito maior. Um sonho de falta. Um sonho de necessidade. Nem eu entendo muito, mas talvez agora seja mais sério porque acumula com o de antes, não sei. Não sei, não sei, não sei.
A única coisa que eu sei é que não foi desta vez. Não, não é você quem me faz sonhar, não é você quem me faz interromper as leituras obrigadas - e, conseqüentemente, desagradáveis -, não é você quem me faz sair do offline... Não é você quem me fez mudar. Blablablá. Blablablá. Também me cansei disso tudo.
Porque rolou uma frustração. Rolou um broxar. Porque estavas na minha lista de preferidos desde o começo, o que faltava era a coragem. Coragem de tentar uma amizade. Coragem de tentar uma melhor amizade. Pois é, não deu!
Amigos de infância, eles sim. Eles me fazem acordar o mais cedo possível, eles me fazem ter uma série de alegrias momentâneas e suspiráveis. São reais, e não um vislumbramento. Não uma imaginação.
Ah.... ah!
segunda-feira, 24 de julho de 2006
domingo, 23 de julho de 2006
Just to waste my time with you...
Era pra ser assim, pelo menos na minha cabeça. Porque pela primeira vez eu queria, de fato, fazer uma amizade. E não deu certo, porque eu me engano fácil, eu me deixo levar pelas primeiras aparências e sempre imagino as coisas certas com as pessoas erradas. Ou as coisas erradas com as pessoas mais erradas ainda. O resultado, bem, é sempre uma merda.
As primeiras impressões. Alca, alca, alcaralho! Sim. Uhum. Ahn. É. Ih. Hahaha. Hehe. Alcaralho! E o último fio de esperança se rompe com um "deixar pra lá" em uma conversa que poderia ser divertida. Uma conversa de amigos. De melhores amigos. Tsc, tsc.
E às vezes a gente se arrepende das coisas que acontecem. Não, arrepender não, mas talvez... a gente lamenta. Poderia ser tudo diferente agora, eu nem precisaria estar nessa busca incessante pela melhor amiga que nunca vai aparecer. É...
Acontece que essa canção eu vou ter que cantar pra outra pessoa. Eu só queria ser seu amigo, ah! Acontece que eu nem queria escrever. Acontece que eu nem sei porque escrevi. Já escrevi tanta baboseira, já digitei 50 páginas de pura imbecilidade... poderia ter escrito um livro, seria mais construtivo.
As primeiras impressões. Alca, alca, alcaralho! Sim. Uhum. Ahn. É. Ih. Hahaha. Hehe. Alcaralho! E o último fio de esperança se rompe com um "deixar pra lá" em uma conversa que poderia ser divertida. Uma conversa de amigos. De melhores amigos. Tsc, tsc.
E às vezes a gente se arrepende das coisas que acontecem. Não, arrepender não, mas talvez... a gente lamenta. Poderia ser tudo diferente agora, eu nem precisaria estar nessa busca incessante pela melhor amiga que nunca vai aparecer. É...
Acontece que essa canção eu vou ter que cantar pra outra pessoa. Eu só queria ser seu amigo, ah! Acontece que eu nem queria escrever. Acontece que eu nem sei porque escrevi. Já escrevi tanta baboseira, já digitei 50 páginas de pura imbecilidade... poderia ter escrito um livro, seria mais construtivo.
quinta-feira, 20 de julho de 2006
Sometimes, we realize...
Não sei de onde eu tirei essa frase, só sei que ela estava na minha cabeça há muito, mas muito tempo. Nunca tinha entendido o porquê, mesmo depois de olhar no dicionário... talvez agora uma parte dela se esclareça.
A gente deita no chão, olha pro céu, pra árvore, pro nada e pensa. Pensa que tentar reviver a infância não é a solução pra nada, apenas um meio de tentar fugir do que está pra vir... e uma confissão de que não se está preparado pras coisas que te vão acontecer logo mais. E que você deveria tirar proveito, ensinamentos e tudo o mais delas, mas não está preparado. Que deveria vivê-las para viver, mas não está preparado. Que deve mudar, que elas vão te mudar, mas você não está preparado. Que você tem que correr atrás de uma nova felicidade, só que isso dá muito trabalho... mas você não está preparado. Que agora você deve ser independente, deve mudar seus pontos de vista, seus conceitos, seu modo de agir na maioria dos casos, seus assuntos, seu modo de ser... mas não está preparado, não está preparado, não está preparado, não está preparado, não está preparado e não está preparado.
Vai, entra cada um pra um lado, fica 5 contra 5, zera o placar e continua. Levanta, vamos jogar! Aí você tem que levantar, parar seus pensamentos e continuar o jogo. Revivendo a infância.
Depois, você lê uma coisa e percebe que tem que rever muita coisa.
Você chama um grande amigo de irmão porque faz isso, isso, isso e isso pra ele. Mas voc}e é assim com o seu irmão de verdade? Então como chama um amigo seu de irmão se nem com o seu irmão você é assim!? Sometimes we realize...
Realize que é egoísta ao quadrado, que é um otário e cagalhão, que é fechado para o mundo e mais um milhão de coisas.
Talvez eu suma daqui por um tempo. Tá ficando tudo tão repetitivo que tá enchendo até o meu saco. Ah, cansei! Quero só voltar com um novo tom, com o primeiro dia do resto da minha vida.
Mas a gente estabelece metas pessoais para contar quanto tempo demora pra desobedecê-lhas...
{Pelo menos, enquanto eu conto quanto tempo levo pra desobeceder a essa meta maluca, a vida pneumotoraxiana fica aqui do lado, não será arquivada, engavetada e tudo mais. Porque aquele dia foi demais. Não aquele dia, mas aqueles 5 minutos. Surreal.}
[e é meio imbecil esse lance de Ctrl+C + Ctrl+V, mas esse é tão meu... Perceber aquilo que se tem de bom no viver é um dom. Daqui não, eu vivo a vida na ilusão. Entre o chão e os ares vou sonhando em outros ares, vou fingindo ser o que eu já sou, mesmo sem me libertar eu vou. É, Deus, parece que vai ser nós dois até o final. Eu vou ver o jogo se realizar de um lugar seguro (De que vale ser aqui, onde a vida é de sonhar?)]
A gente deita no chão, olha pro céu, pra árvore, pro nada e pensa. Pensa que tentar reviver a infância não é a solução pra nada, apenas um meio de tentar fugir do que está pra vir... e uma confissão de que não se está preparado pras coisas que te vão acontecer logo mais. E que você deveria tirar proveito, ensinamentos e tudo o mais delas, mas não está preparado. Que deveria vivê-las para viver, mas não está preparado. Que deve mudar, que elas vão te mudar, mas você não está preparado. Que você tem que correr atrás de uma nova felicidade, só que isso dá muito trabalho... mas você não está preparado. Que agora você deve ser independente, deve mudar seus pontos de vista, seus conceitos, seu modo de agir na maioria dos casos, seus assuntos, seu modo de ser... mas não está preparado, não está preparado, não está preparado, não está preparado, não está preparado e não está preparado.
Vai, entra cada um pra um lado, fica 5 contra 5, zera o placar e continua. Levanta, vamos jogar! Aí você tem que levantar, parar seus pensamentos e continuar o jogo. Revivendo a infância.
Depois, você lê uma coisa e percebe que tem que rever muita coisa.
Você chama um grande amigo de irmão porque faz isso, isso, isso e isso pra ele. Mas voc}e é assim com o seu irmão de verdade? Então como chama um amigo seu de irmão se nem com o seu irmão você é assim!? Sometimes we realize...
Realize que é egoísta ao quadrado, que é um otário e cagalhão, que é fechado para o mundo e mais um milhão de coisas.
Talvez eu suma daqui por um tempo. Tá ficando tudo tão repetitivo que tá enchendo até o meu saco. Ah, cansei! Quero só voltar com um novo tom, com o primeiro dia do resto da minha vida.
Mas a gente estabelece metas pessoais para contar quanto tempo demora pra desobedecê-lhas...
{Pelo menos, enquanto eu conto quanto tempo levo pra desobeceder a essa meta maluca, a vida pneumotoraxiana fica aqui do lado, não será arquivada, engavetada e tudo mais. Porque aquele dia foi demais. Não aquele dia, mas aqueles 5 minutos. Surreal.}
[e é meio imbecil esse lance de Ctrl+C + Ctrl+V, mas esse é tão meu... Perceber aquilo que se tem de bom no viver é um dom. Daqui não, eu vivo a vida na ilusão. Entre o chão e os ares vou sonhando em outros ares, vou fingindo ser o que eu já sou, mesmo sem me libertar eu vou. É, Deus, parece que vai ser nós dois até o final. Eu vou ver o jogo se realizar de um lugar seguro (De que vale ser aqui, onde a vida é de sonhar?)]
terça-feira, 18 de julho de 2006
Picles Spreewald
Uma coisa que motiva tanto, tantas coisas que desmotivam um bocado. Mas pelo menos, no balanço entre os dois lados, hoje até que foi legal.
É legal ficar até 5 da manhã conversando com sua melhor amiga. E é legal ir dormir às 5 da manhã ouvindo rádio AM, porque sempre dá sono. Só não é legal acordar às 11h com um puta susto porque seu celular tá apitando que nem um desgraçado. Assim como não é legal olhar o número que aparece na telinha e não saber de onde surgiu. Só que é tão legal quando é uma voz de mulher do outro lado, ela se anuncia como responsável por uma empresa que você nem sabia que existia, mas que quer fazer uma entrevista com você. A primeira entrevista de emprego. O primeiro estágio. A primeira vez que eu vou sair de casa com sapato e não vai ser pra ir num casamento ou formatura. O único pesar é que... os únicos, vai, são que aparecer lá de mochila pega mal, então nada de músicas ou livros. Nada dos Irmãos, nada de Capotes. Serão dois ônibus só olhando o trânsito... ou alguma coisa ridícula que - com certeza - acontece nos coletivos.
Nem sei quando, quanto e quanto tempo. Mas é melhor do que nada, né? Dá pra começar a juntar rumo a 2010! Soooonha!
Tem muitas outras coisas que não são legais. Ensaiar quando não tem vontade. Ensaiar com pessoas que não têm vontade. E tocar músicas que você tem uma vontade absurda de tocar, mas tá todo mundo tão desmotivado que ela vira a pior música do set list. Nem se dão ao trabalho de tocá-la inteira. "Próxima".
Próxima!
A próxima coisa é você perceber que a cerveja perdeu a graça em dados momentos. Tão legal era quando você, do nada, ia tomar uma cerveja gelada com um amigo. Nem que fosse um copo, uma garrafa ou meia lata, o momento era especialíssimo. Agora, parece que a cerveja só é legal nos bares. Botecos, vai, porque o que tem de gente que chama balada de bar... Puta merda! Mas [800 mas num post, nem ligo!] aí a gente lembra... aquela{s} no bar, enquanto seu amigo fazia um show, numa caneca de vidro, espumante e tudo mais; tarde da noite [porque naquela época de primeiro colegial, sair à noite e voltar pra casa às 23h era tardissíssimo] e tendo aula no dia seguinte. Perfeita! Também tem aquela que aconteceu num dos últimos dias de aula do segundo colegial: um calor absurdo, uma semana cansativa ao quadrado, uma sede maior ainda, a última semana de aula, o boteco atrás da escola e uma garrafa de cerveja pra dois amigos. Fenomenal! Ah, e seria maldade não lembrar daquela no ano passado: na virada pro seu aniversário {embora ninguém estivesse pensando nisso, só você que olhava no relógio, contava os minutos e se parabenizou quando o 23:59:59 virou 00:00:00}, no estacionamento de um supermecado que você nem tem idéia de onde era; mas estava de carona no carro, com amigos engraçados, com um papo mais engraçado ainda... e meia latinha de cerveja foi divertidíssima! Ou então aquela lá. Aquela enquanto você via, na casa do seu melhor amigo, que o Émerson tinha sido cortado da Copa do Mundo de 2002. A casa vazia, você no alto dos seus 14 anos e preparadíssimo pra enveredar pro mundo do crime. E meia latinha de Kaiser te deixaria mais vermelho do que um pimentão. Mas ela foi a mais emocionante, porque era a primeira, porque o momento era demais, porque a semana tinha sido perfeita, porque a amizade não acabaria nunca. Mas algumas coisas PODEM SIM ser modificadas. Mas a tal da Inês já esticou as canelas há muito tempo.
Próxima!
Não é legal tomar uma cerveja tendo só um tomate no estômago. E não é legal tomar uma cerveja gelada se a sua garganta tá doendo mais do que sei lá o quê. Não que eu tenha passado mal, nunca!, mas ela nem foi legalzinha.
Vaaaai, a próxima!
Legal, você tem um parente. Que raiva que me deu! Até tinha esquecido, mas que deu raiva, deu. O cara vem todo empolado {apesar de ser um imbecil logo de cara} querer saber se é seu parente. Mesmo sobrenome maluco na mesma cidade grande cheia de milhões de pessoas. Mas não custa nada perguntar. Dá o nome do pai, o nome da mãe, do avô... só faltou dar o nome do cachorro! Dei uma resposta pragmática, até fui educado e lancei um se formos parentes de verdade, vamos marcar de nos conhecermos e tal, poxa! O nome de software me soou familiar, fui apurar melhor. E confirmei, o assassino da Flor de Lácio era meu primo. Sei lá, quarto grau. Mas é, né? Logo depois de eu ter feito a fenomenal descoberta, lá estava mais uma mensagem dele, dessa vez confirmando o parentesco. "Confirmado, sou seu parente! - {ele foi no Ratinho? Do jeito que ele falou, parecia que passamos 20 anos sem saber se éramos ou não da mesma família. Meio novela mexicana, né?} Mas o pior não foi nem isso, mas o que veio depois... bom, se ele correu atrás, é porque queria ser meu parente. Sei lá, e parentes conversam [pelo menos é isso o que eu penso, já que nunca fui de ter lá muitos parentes], são mais ou menos amigos. Se ele procurou ter certeza do parentesco, sei lá... queria virar meu amigo, né? Só que o Avast terminou bem assim o recado: "Beleza, falou. Abraço". Porra, você quer ser meu parente ou contar pra todo mundo que tem 7, e não 6 primos? Ah, tomar no cu, viu!?
A seguinte!
Internet Banking bloqueado, garganta doendo, quarto na maior zona do Universo, um monte de livros que você quer ler e não pôde porque tem que ler outros pro ensino acadêmico - mas não os leu porque queria ler os outros. Necessidade de financiar o perigo e permutar a sujeira do mundo transitivo. Vergonha e preguiça pra tudo isso. Sem criatividade pra escrever, pensar num título legal...
A próxima! E é a última chance!
Ficar um dia inteiro sem falar com a sua melhor amiga é ruim. Muito ruim.
{oh, finalmente uma queixa que tem fundamento!}
É legal ficar até 5 da manhã conversando com sua melhor amiga. E é legal ir dormir às 5 da manhã ouvindo rádio AM, porque sempre dá sono. Só não é legal acordar às 11h com um puta susto porque seu celular tá apitando que nem um desgraçado. Assim como não é legal olhar o número que aparece na telinha e não saber de onde surgiu. Só que é tão legal quando é uma voz de mulher do outro lado, ela se anuncia como responsável por uma empresa que você nem sabia que existia, mas que quer fazer uma entrevista com você. A primeira entrevista de emprego. O primeiro estágio. A primeira vez que eu vou sair de casa com sapato e não vai ser pra ir num casamento ou formatura. O único pesar é que... os únicos, vai, são que aparecer lá de mochila pega mal, então nada de músicas ou livros. Nada dos Irmãos, nada de Capotes. Serão dois ônibus só olhando o trânsito... ou alguma coisa ridícula que - com certeza - acontece nos coletivos.
Nem sei quando, quanto e quanto tempo. Mas é melhor do que nada, né? Dá pra começar a juntar rumo a 2010! Soooonha!
Tem muitas outras coisas que não são legais. Ensaiar quando não tem vontade. Ensaiar com pessoas que não têm vontade. E tocar músicas que você tem uma vontade absurda de tocar, mas tá todo mundo tão desmotivado que ela vira a pior música do set list. Nem se dão ao trabalho de tocá-la inteira. "Próxima".
Próxima!
A próxima coisa é você perceber que a cerveja perdeu a graça em dados momentos. Tão legal era quando você, do nada, ia tomar uma cerveja gelada com um amigo. Nem que fosse um copo, uma garrafa ou meia lata, o momento era especialíssimo. Agora, parece que a cerveja só é legal nos bares. Botecos, vai, porque o que tem de gente que chama balada de bar... Puta merda! Mas [800 mas num post, nem ligo!] aí a gente lembra... aquela{s} no bar, enquanto seu amigo fazia um show, numa caneca de vidro, espumante e tudo mais; tarde da noite [porque naquela época de primeiro colegial, sair à noite e voltar pra casa às 23h era tardissíssimo] e tendo aula no dia seguinte. Perfeita! Também tem aquela que aconteceu num dos últimos dias de aula do segundo colegial: um calor absurdo, uma semana cansativa ao quadrado, uma sede maior ainda, a última semana de aula, o boteco atrás da escola e uma garrafa de cerveja pra dois amigos. Fenomenal! Ah, e seria maldade não lembrar daquela no ano passado: na virada pro seu aniversário {embora ninguém estivesse pensando nisso, só você que olhava no relógio, contava os minutos e se parabenizou quando o 23:59:59 virou 00:00:00}, no estacionamento de um supermecado que você nem tem idéia de onde era; mas estava de carona no carro, com amigos engraçados, com um papo mais engraçado ainda... e meia latinha de cerveja foi divertidíssima! Ou então aquela lá. Aquela enquanto você via, na casa do seu melhor amigo, que o Émerson tinha sido cortado da Copa do Mundo de 2002. A casa vazia, você no alto dos seus 14 anos e preparadíssimo pra enveredar pro mundo do crime. E meia latinha de Kaiser te deixaria mais vermelho do que um pimentão. Mas ela foi a mais emocionante, porque era a primeira, porque o momento era demais, porque a semana tinha sido perfeita, porque a amizade não acabaria nunca. Mas algumas coisas PODEM SIM ser modificadas. Mas a tal da Inês já esticou as canelas há muito tempo.
Próxima!
Não é legal tomar uma cerveja tendo só um tomate no estômago. E não é legal tomar uma cerveja gelada se a sua garganta tá doendo mais do que sei lá o quê. Não que eu tenha passado mal, nunca!, mas ela nem foi legalzinha.
Vaaaai, a próxima!
Legal, você tem um parente. Que raiva que me deu! Até tinha esquecido, mas que deu raiva, deu. O cara vem todo empolado {apesar de ser um imbecil logo de cara} querer saber se é seu parente. Mesmo sobrenome maluco na mesma cidade grande cheia de milhões de pessoas. Mas não custa nada perguntar. Dá o nome do pai, o nome da mãe, do avô... só faltou dar o nome do cachorro! Dei uma resposta pragmática, até fui educado e lancei um se formos parentes de verdade, vamos marcar de nos conhecermos e tal, poxa! O nome de software me soou familiar, fui apurar melhor. E confirmei, o assassino da Flor de Lácio era meu primo. Sei lá, quarto grau. Mas é, né? Logo depois de eu ter feito a fenomenal descoberta, lá estava mais uma mensagem dele, dessa vez confirmando o parentesco. "Confirmado, sou seu parente! - {ele foi no Ratinho? Do jeito que ele falou, parecia que passamos 20 anos sem saber se éramos ou não da mesma família. Meio novela mexicana, né?} Mas o pior não foi nem isso, mas o que veio depois... bom, se ele correu atrás, é porque queria ser meu parente. Sei lá, e parentes conversam [pelo menos é isso o que eu penso, já que nunca fui de ter lá muitos parentes], são mais ou menos amigos. Se ele procurou ter certeza do parentesco, sei lá... queria virar meu amigo, né? Só que o Avast terminou bem assim o recado: "Beleza, falou. Abraço". Porra, você quer ser meu parente ou contar pra todo mundo que tem 7, e não 6 primos? Ah, tomar no cu, viu!?
A seguinte!
Internet Banking bloqueado, garganta doendo, quarto na maior zona do Universo, um monte de livros que você quer ler e não pôde porque tem que ler outros pro ensino acadêmico - mas não os leu porque queria ler os outros. Necessidade de financiar o perigo e permutar a sujeira do mundo transitivo. Vergonha e preguiça pra tudo isso. Sem criatividade pra escrever, pensar num título legal...
A próxima! E é a última chance!
Ficar um dia inteiro sem falar com a sua melhor amiga é ruim. Muito ruim.
{oh, finalmente uma queixa que tem fundamento!}
quinta-feira, 13 de julho de 2006
Doll me up in my bad luck
Pode chamar do que quiser: nervosismo, falta de atenção, frescura, amarelo, casual, azar, falta de sorte, derrape, braço, pouca-prática... tudo isso cabe e não me toca. A única coisa que caberia e não me tocou [porque não aconteceu] foi um abraço. Só não sei se foi pior ficar no ponto de ônibus por meia hora abraçando uma mochila vazia ou pegar o celular e ver uma mensagem promocional: Acelere [...]. Ah, tomar no cu! A única coisa que me tocou foi o abraço que eu recebi. Do cachorro. Foi confortante, pelo menos alguém se importa.
Uma cerveja não me instiga a escrever. Precisarei de mais uma.
Pronto, não precisei. Só uns cliques me remeteram a uma reflexão enorme que me bodeia de tudo. Ah, post inútil.
Ah, Inês!
Porque as coisas não podem ser tão legais. Because it never rains, but it pours. Porque nem o canal de desenhos animados clássicos passa os desenhos animados clássicos. Onde já se viu Jackie Chan no lugar de Tom & Jerry? Desenhos japoneses imbecis no lugar de Pernalonga, Eufrasino e toda a renca? Ah, esse mundo, viu!?
Anacronismo.
Uma cerveja não me instiga a escrever. Precisarei de mais uma.
Pronto, não precisei. Só uns cliques me remeteram a uma reflexão enorme que me bodeia de tudo. Ah, post inútil.
Ah, Inês!
Porque as coisas não podem ser tão legais. Because it never rains, but it pours. Porque nem o canal de desenhos animados clássicos passa os desenhos animados clássicos. Onde já se viu Jackie Chan no lugar de Tom & Jerry? Desenhos japoneses imbecis no lugar de Pernalonga, Eufrasino e toda a renca? Ah, esse mundo, viu!?
Anacronismo.
segunda-feira, 10 de julho de 2006
Não há graça em ser louco se não se divertir
"Tentar ser mais sociável nas minha interações requer um esforço tremendo. Tenho a tendência de acelerar o fluxo de informações sendo direto. O resultado não é muito agradável."
"O pesadelo [...] é não saber o que é verdadeiro. Imagine, de repente, descobrir que as pessas, e os lugares, e os momentos mais importantes para você não se foram nem morreram, mas pior: nunca aconteceram. Que tipo de inferno seria?"
"E no caminho de casa, lá estava o Charles. Às vezes sinto falta dele."
"Charles, você foi um grande amigo. O melhor. Mas não falarei com você de novo. Não posso."
E mais uma madrugada fenomenal. Uma madrugada acompanhado de uma mente brilhante. Duas. E é daí que se tira uma série de conceitos, auto-entendimentos, pirações e mais um monte de coisa nada a ver. A vocação matemática se atrofiou, restou da sintaxe. Mas são parecidas.
E melhor ainda é a auto-entrega. Porque fazia tempo que não rolava uma interação como a de hoje. MUITO tempo. Até posso precisar a data, só preciso achar na minha carteira. Uh! Além de estar na minha frente, o dia era 01/04. E daí?
Foi a última. Porque, neste ano, foram poucas. Duas. E duas cinematográficas. Dois filmes fenomenais. E nas duas o que aconteceu foi reprimido. Porque não cairia bem. Porque seria ridículo. E porque nas três [inclua 9 ou 10/7] foram com questões pessoais. Sempre são, né? Mas é que, hoje, todas as falas faziam sentido. Todas me remetiam a mim mesmo e ao passado. Porque tudo me [des]construiu.
Talvez seja por isso que meus lapsos de memória/atenção/concentração se tornaram freqüentes depois disso.
Mas é passado.
"O pesadelo [...] é não saber o que é verdadeiro. Imagine, de repente, descobrir que as pessas, e os lugares, e os momentos mais importantes para você não se foram nem morreram, mas pior: nunca aconteceram. Que tipo de inferno seria?"
"E no caminho de casa, lá estava o Charles. Às vezes sinto falta dele."
"Charles, você foi um grande amigo. O melhor. Mas não falarei com você de novo. Não posso."
E mais uma madrugada fenomenal. Uma madrugada acompanhado de uma mente brilhante. Duas. E é daí que se tira uma série de conceitos, auto-entendimentos, pirações e mais um monte de coisa nada a ver. A vocação matemática se atrofiou, restou da sintaxe. Mas são parecidas.
E melhor ainda é a auto-entrega. Porque fazia tempo que não rolava uma interação como a de hoje. MUITO tempo. Até posso precisar a data, só preciso achar na minha carteira. Uh! Além de estar na minha frente, o dia era 01/04. E daí?
Foi a última. Porque, neste ano, foram poucas. Duas. E duas cinematográficas. Dois filmes fenomenais. E nas duas o que aconteceu foi reprimido. Porque não cairia bem. Porque seria ridículo. E porque nas três [inclua 9 ou 10/7] foram com questões pessoais. Sempre são, né? Mas é que, hoje, todas as falas faziam sentido. Todas me remetiam a mim mesmo e ao passado. Porque tudo me [des]construiu.
Talvez seja por isso que meus lapsos de memória/atenção/concentração se tornaram freqüentes depois disso.
Mas é passado.
domingo, 9 de julho de 2006
If you're out of luck or out of work, we could send you to Johannesburg
Toda essa festa, toda essa alegria... todos esses sorrisos, olhares esperançosos, toda essa vibração, essa felicidade. E eu aqui, um pouco longe, só olhando. Só olhando, pensando, pensando... Pena que não é tudo nosso. Aliás, não é nada nosso. Poderia. Ah, poderia! E eu queria.
Se assim fosse, a uma hora dessas eu estaria mais bêbado do que o Jeremias, mais barbudo do que um bêbado por essência, mais feliz do que um bêbado alcoolizado. Pulando mais do que um felizardo ganhador da Megasena... e essas coisas. E assim tudo se acaba. Com muitos sonhos, com muitas promessas e superstições que não deram certo... A Copa do Mundo. Mais felicidades bestas, mais entretenimento contínuo, mais desperdício de entretenimento [porque eu gosto de esbanjar as coisas que eu não tenho]. Agora o Pan-2007. Ah, quer saber? Grande merda! Pouco me importa o tiro ao prato com carabina vermelha, a ginástica de piruetas que qualquer símio faz diariamente e não ganha nada por isso, os 8500 metros com barreiras móveis e nem a ponte do rio que cai. Qual a graça? Nenhuma! Pelo menos daqui dois anos tem a Eurocopa.
Só que o que vai começar é a escalada rumo a 2010. Porque eu não quero ser mais um amigo, porque eu não quero ouvir as contradições do Casagrande, porque eu não quero ouvir as baboseiras deslavadas e sem nenhum peso de consciência do Wright. Porque eu não quero ver as ruas amarelas, porque eu não quero ver as palhaçadas de MSN felicitando a França por ganhar do Brasil. Porque eu não quero ver os shows esportivos diários com toda a palhaçada que rola. Porque eu quero arranjar um emprego [agora tem que ser], porque eu quero economizar 92% do meu salário, porque eu quero viajar. Porque eu quero fazer parte da Copa de 2010. Porque eu quero ir pra África [na verdade, eu preferia uma viagem à Escandinávia ou ao Leste Europeu]. Porque eu quero estar lá. Porque eu quero tirar um milhão de fotos [mesmo odiando fotografar]. Porque eu quero sonhar, porque eu quero conhecer, porque eu quero me comunicar com pessoas que não falam nenhuma língua que eu sei [ou vá saber]. Porque eu quero fazer amigos no avião, no hotel ou onde quer que for. Porque eu quero. Mas se eu tiver uma sorte ao quadrado, por que não tentar Suíça-08 e África do Sul-10? Ah, vaaai! Sonha!
Mas eu quero. Quero brincar com a minha imaginação, quero brincar de acreditar. Pra depois brincar de ser feliz, sozinho, numa terra beeeeem longe. E me apaixonar por um lugar diferente, com outra língua e o cacete que for, e lá me esbaldar pra sempre. Se esse era meu sonho quando era pivete, essa Copa reaviveu e reacordou toda essa vontade. [Só não sei, então, pora quê eu tô fazendo o raio da faculdade aqui, me debulhando nesse idioma que eu não usarei lá e imaginando uma série de jogos de palavras que eu não vou saber usar].
E a maior decepção do dia vai pra quê? Pela minha ressaca brutal, pela minha imaginação pueril e piegas, pra este pleonasmo imbecil ou pelo sentimento de que poderíamos ser nós...? Não sei. Não sei de nada, só sei que quero tudo aquilo lá em cima.
A maior justiça foi [só pra citar porque realmente me tocou] a Itália ganhar. Sinceramente, foi a imagem mais bonita de toda a competição. Eu não queria, eu torcia contra e eu queria um final apoteótico pro carequinha. Mas mudei de idéia na hora dos hinos. Os italianos urrando, vibrando, abraçados, emocionados e nostálgicos com o hino. Os franceses, caladões. Justiça foi feita, infelizmente.
Só que voltando ao tema principal, é meio... é totalmente besteira pensar isso. Muito. Mas que seria demais, ah, seria!
Se assim fosse, a uma hora dessas eu estaria mais bêbado do que o Jeremias, mais barbudo do que um bêbado por essência, mais feliz do que um bêbado alcoolizado. Pulando mais do que um felizardo ganhador da Megasena... e essas coisas. E assim tudo se acaba. Com muitos sonhos, com muitas promessas e superstições que não deram certo... A Copa do Mundo. Mais felicidades bestas, mais entretenimento contínuo, mais desperdício de entretenimento [porque eu gosto de esbanjar as coisas que eu não tenho]. Agora o Pan-2007. Ah, quer saber? Grande merda! Pouco me importa o tiro ao prato com carabina vermelha, a ginástica de piruetas que qualquer símio faz diariamente e não ganha nada por isso, os 8500 metros com barreiras móveis e nem a ponte do rio que cai. Qual a graça? Nenhuma! Pelo menos daqui dois anos tem a Eurocopa.
Só que o que vai começar é a escalada rumo a 2010. Porque eu não quero ser mais um amigo, porque eu não quero ouvir as contradições do Casagrande, porque eu não quero ouvir as baboseiras deslavadas e sem nenhum peso de consciência do Wright. Porque eu não quero ver as ruas amarelas, porque eu não quero ver as palhaçadas de MSN felicitando a França por ganhar do Brasil. Porque eu não quero ver os shows esportivos diários com toda a palhaçada que rola. Porque eu quero arranjar um emprego [agora tem que ser], porque eu quero economizar 92% do meu salário, porque eu quero viajar. Porque eu quero fazer parte da Copa de 2010. Porque eu quero ir pra África [na verdade, eu preferia uma viagem à Escandinávia ou ao Leste Europeu]. Porque eu quero estar lá. Porque eu quero tirar um milhão de fotos [mesmo odiando fotografar]. Porque eu quero sonhar, porque eu quero conhecer, porque eu quero me comunicar com pessoas que não falam nenhuma língua que eu sei [ou vá saber]. Porque eu quero fazer amigos no avião, no hotel ou onde quer que for. Porque eu quero. Mas se eu tiver uma sorte ao quadrado, por que não tentar Suíça-08 e África do Sul-10? Ah, vaaai! Sonha!
Mas eu quero. Quero brincar com a minha imaginação, quero brincar de acreditar. Pra depois brincar de ser feliz, sozinho, numa terra beeeeem longe. E me apaixonar por um lugar diferente, com outra língua e o cacete que for, e lá me esbaldar pra sempre. Se esse era meu sonho quando era pivete, essa Copa reaviveu e reacordou toda essa vontade. [Só não sei, então, pora quê eu tô fazendo o raio da faculdade aqui, me debulhando nesse idioma que eu não usarei lá e imaginando uma série de jogos de palavras que eu não vou saber usar].
E a maior decepção do dia vai pra quê? Pela minha ressaca brutal, pela minha imaginação pueril e piegas, pra este pleonasmo imbecil ou pelo sentimento de que poderíamos ser nós...? Não sei. Não sei de nada, só sei que quero tudo aquilo lá em cima.
A maior justiça foi [só pra citar porque realmente me tocou] a Itália ganhar. Sinceramente, foi a imagem mais bonita de toda a competição. Eu não queria, eu torcia contra e eu queria um final apoteótico pro carequinha. Mas mudei de idéia na hora dos hinos. Os italianos urrando, vibrando, abraçados, emocionados e nostálgicos com o hino. Os franceses, caladões. Justiça foi feita, infelizmente.
Só que voltando ao tema principal, é meio... é totalmente besteira pensar isso. Muito. Mas que seria demais, ah, seria!
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